22 de nov de 2009

Resolvido - Google Chrome OS no VirtualBox dá Network not connected and offline login fail




Muitas pessoas estão com problema na rede, com a mensagem :
Network not connected and offline login fail

Se você seguiu este post e não consegue logar, siga os passos abaixo:


Se aparecer a mensagem abaixo:


E você seguiu todos os passos deste post para executar o Chrome OS, então logue com o usuário mark e senha chromeos.
Vai abrir a tela assim:


Clique no canto superior direito da barra do Chrome, e selecione Options.


Abrindo a tela de opções, vá até Under the Hood, e clique no botão Reset to defaults.


E confirme.
Feche a janela de configuração e tente recarregar a página.
Se mesmo assim não deu certo, clique no local indicado abaixo, desativando e ativando a rede do Chrome.


Após ativar a rede novamente, o Chrome deve funcionar normalmente.


Para desligar, simplesmente desligue a máquina. Não tem botão/opção de desligar.
Note que até este momento, não entra com a conta do google, apenas com a conta mark informado acima.
Para instalar o Chrome OS, siga este post

Baixando e executando o Google Chrome OS

AVISONão me responsabilizo por você fazer algo que você não entenda. Cuidado com sua segurança, pois nenhum produto aqui foi desenvolvido por mim, e não posso dar garantia nenhuma que eles são seguros, nem que fazem o que prometem que fazem. Crie uma conta no Google só para testar o programa, nunca usando a sua conta verdadeira. Tudo aqui é para aprendizado e deve estar sobre sua responsabilidade ou de seu representante legal. Você, assim como eu, está sozinho nesta caminhada. Boa sorte.







!Muitas pessoas estão com problema na rede.
Network not connected and offline login fail
Se você não consegue logar, coloque o usuário mark e a senha chromeos.
Estou tentando simular o problema aqui. Assim que ocorrer, resolvo e publico.
Está no final do post a solução.








Em 19 de novembro, o Google demonstrou o Chrome OS, sistema operacional baseado no navegador Chrome.
Ao mesmo tempo, o blog oficial do Chromium liberou um passo a passo para baixar, compilar e executar o Chromium OS (traduzido). Então diversas empresas e liberais pelo mundo o fizeram, gerando centenas de imagens prontas para rodar em máquinas virtuais

Mas lembre-se que mesmo sendo desenvolvido pelos engenheiros do Google, o Chromium é a versão livre do Chrome, tanto para o novo sistema operacional quando para o navegador.



Então, vamos colocar o sistema a rodar e fazer alguns testes.


A primeira coisa que se deve fazer é instalar um programa para executar a máquina virtual. Entre no site do Virtualbox e baixe a versão para o seu sistema operacional. Execute e instale com todas as opções padrão. Se você está usando Windows, em um determinado momento vai aparecer a informação que o drive que está sendo instalado pode danificar o seu computador. Você DEVE instalar o drive, pois se trata dos drivers de rede do Virtualbox, se não seu Chromium OS não funcionará.


Agora, baixe a imagem pronta do Chromium OS deste link. Se você não sabe o que fazer com o arquivo .torrent que acabou de baixar, instale o Vuze ou outro gerenciador de torrent, e  clique novamente no link acima. Siga os passos do gerenciador de torrents que você acabou de instalar e inicie o download do arquivo de 280MB. Se você ainda não entendeu o que fazer com o arquivo torrent, clique aqui.


Após baixar o arquivo de 280MB acima, você termina com um arquivo com a extensão BZ2. Isto é um tipo de arquivo compactado, como ZIP ou RAR. No Linux/Mac é só clicar 2 vezes sobre o arquivo e descomprimir numa pasta qualquer. No Windows, baixe e instale o WinRAR, clique duas vezes sobre o arquivo BZ2 e arraste ele para qualquer lugar na sua máquina.


Agora abra o VirtualBox.





Será solicitado para registrar, mas clique em Cancelar e continue a usar o produto.





Na tela do VirtualBox, clique no ícone Novo no canto superior esquerdo.





Abrindo a tela de Assistente de Criação de Maquina Virtual, clique no ícone Próximo(N)> e preencha com Nome ChromeSistema Operacional Linux e Versão Ubuntu. Clique em avançar como na imagem abaixo.





Na próxima tela, informe a quantidade de memória. 1024MB deve ser o suficiente. Se não for possível avançar com 1024MB, tente um valor menor, até o botão Próximo(N)> fique ativo e clique nele. 





O próximo passo é o disco. Clique em Utilizar disco rígido existente, e no símbolo logo a direita.





Isto abre a tela de seleção de disco. Clique em Acrescentar, como na imagem abaixo.





Navegue até o local que você colocou o arquivo chromeos-image-999.999.32309.211410-a1.vmdk e selecione ele.
Voltando a tela Gerenciador de Mídias Virtuais, clique no botão Selecionar.





Com isso, você voltou a tela Criar Nova Máquina Virtual. Clique em Próximo(N)>, e em Finalizar.
Fazendo isso, você configurou a máquina virtual para rodar o Chromium OS.
Clique sobre o texto Chrome e em Iniciar, como demonstrado abaixo.





Primeiro abre uma tela azul, do Virtualbox, que logo fica preta. Aproximadamente 1 minuto depois, abre a tela abaixo:





Use sua conta do Google, que pode ser do Gmail, Orkut, Docs, Youtube ou qualquer outra do Google para acessar. Escreva seu usuário, de um TAB, escreva sua senha e de um ENTER.





Não esqueça que é bom criar uma conta de e-mail no Gmail só para testar o Chrome.


Dica: Para liberar o mouse da tela do Virtualbox, aperte e solte a tecla CTRL direita.

Muitas pessoas estão com problema na rede, com a mensagem :
Network not connected and offline login fail



Se você não consegue logar, siga os passos abaixo:



Se aparecer a mensagem abaixo:





E você seguiu todos os passos acima, então logue com o usuário mark e senha chromeos.
Vai abrir a tela assim:





Clique no canto superior direito da barra do Chrome, e selecione Options





Abrindo a tela de opções, vá até Under the Hood, e clique no botão Reset to defaults.





E confirme.


Feche a janela de configuração e tente recarregar a página.


Se mesmo assim não deu certo, clique no local indicado abaixo, desativando e ativando a rede do Chrome.





Após ativar a rede novamente, o Chrome deve funcionar normalmente.





Para desligar, simplesmente desligue a máquina. Não tem botão/opção de desligar.


Note que até este momento, não entra com a conta do google, apenas com a conta mark informado acima.





19 de nov de 2009

Lançamento Google Chrome OS -- Segredos

Agora é quente. O Google vai demonstrar hoje nos EUA o novo Chrome OS.
Sistema operacional fortemente baseado em aplicações web.
E como estou os últimos 2 meses pesquisando sobre isso, mostro o que ele será.

Pois bem, basicamente o sistema é o navegador do Google, rodando sobre Linux, com certeza um remake do Ubuntu, confirmando os boatos de 2006 sobre o GoogleOS.

A aproximadamente 3 meses, o pessoal que gerencia o desenvolvimento do Chronium, que é projeto original do Google Chrome deixou vazar uma versão estranha do trunk de desenvolvimento do mesmo. Segundo alguns sites, o build  é o google_chrome_unstable_4.0.222.6_r28902.
Segundo o post do Maurício Morais no site Bookmarks, esta seria a provável cara do sistema:


Verifique o site para mais imagens.

O que dá pra notar é que o site do buildbot do Chromium está compilando releases de modo frenético.

Mas como será um sistema que roda na internet ? E quando for necessário acessar sem internet ?
O que ninguém está vendo é que o Google lançou em 2007 um aplicativo chamado Gears. Parece até um brinquedo de criança, mas vamos analisar o que ele faz.
Segundo o site http://gears.google.com/, o brinquedo é capaz das proezas:



Desktop
Let web applications interact naturally with your desktop
Database
Store data locally in a fully-searchable database
WorkerPool
Run JavaScript in the background to improve performanc



WOW !!! Espere um pouco!!! Então este brinquedo transforma uma aplicação nas nuvem em um aplicativo local ??? Então esse brinquedo é a grande sacada do Google ?!?!?!

CORRETO !!

Verifique em http://code.google.com/p/gears/source/list que o mesmo está sobre desenvolvimento constante, e  em http://src.chromium.org/viewvc/chrome/trunk/src/gears/?pathrev=32488 que o código do Gears está junto com o Chromium.

Dando uma passeada pelos produtos do Google, vendo o Google Docs, olhe o que temos agora:


Em vermelho escuro está a sincronia do favorito do Chrome.
E em rosa, bem escondido... que categoria de arquivo é esta? File ? Opa ! Então deve ser por ai que meus arquivos vão ficar.

Mas e aplicações ? Então vou ter que ter um dual boot quando quero jogar. Pois bem, acho que não.

Ainda tem um outro dado interessante. O Chrome para Linux é ABSURDAMENTE mais rápido para iniciar, abrir páginas, executar Flash/Java que a versão para Windows. Não que a versão para Windows seja lenta, não é isso. Para Windows, o Chrome consegue ser muito mais rápido para iniciar, abrir uma nova aba, executar um JavaScript, Flash que o Firefox e infinitamente mais rápido que o MS I(nterlent)E 7 ou 8.
Mas quando se usa ele no Linux, faz parecer a versão para Windows um programa bugado.
O Chrome para Linux está para a versão Windows assim como o Chrome para Windows está para o IE 8.

Mas e isso com os jogos ? Pois bem, veja. O motor que esta por traz disto é o poderoso V8, que simplesmente arrebenta com JavaScript. E javaScript nada mais é do que Java.
Será que é um passo para ser criado jogos em uma linguagem (JAVA?) que será interpretada pelo V8 ?
E onde estará a aplicação rodando ?
Ora, nos próprios servidores do Google, aqui no Google App Engine, que agora é Java também.

E não. eu não acredito que o Chrome OS vá matar o Linux. Muito pelo contrário.
Pode ser que esteja vindo a faze que realmente deveria existir no Linux a 20 anos.
Vamos esperar para ver.

ADD: Impressionante o que o pessoal do google é capaz.
Veja como será uma pesquisa logo logo

10 de nov de 2009

Formas diferentes de programar - Cálculo digito verificador CPF

Aprendi a programar sozinho. Aos 7 anos de idade. E isso já se vão quase 25 anos. Muita coisa mudou, mas lógica é lógica, e não importa o quanto louca ela aparenta. Não que seja um programador infalível, muito pelo contrário. Mas gosto de pensar logicamente nas coisas. Pensar difícil para facilitar.

Esses dias vi um código em Java para calcular digito verificar de CPF. Até ai nada de mais. Mas fiquei encucado porque diaxos tinha 3 FOR e 2 SWITCH ????. O código é esse:



Então fiquei pensando... Sabe, como em xadrez. Não queria mudar nada do código. Tinha que fazer a mesma coisa com os mesmos comandos... receber os mesmos argumentos, usar a mesma saída. Isto é como montar um quebra-cabeça, mas misturando 2 conjuntos ;) e eu adoro !.
Pois bem, após 30 minutos só olhando para o código, a coisa saiu assim:




Gostei. Agora tem somente um FOR, uma ARRAY, e os SWITCH foram trocados por IF. De uma vez só, recebe, altera, calcula e apresenta! A mesma coisa, só que diferente.
Removi alguns espaços da formatação apenas para se ver melhor, mas está certo o código.

E acaba de sair o dígito verificador. Retorna uma STRING, pois fiz um programa completo (main void....)


PS: Estou começando com C#. Quero ver até onde vai.

7 de out de 2009

Site da receita fora do ar

Aparentemente hoje o serviço da Receita Federal está passando por problemas.
Provavelmente pelo volume de consulta aos lotes de restituição.




Acessar pela madrugada deve ser a melhor saída.

No aguardo para ver se tenho algo a receber.

Site da Receita Federal Fora do AR

Hoje, as 12:35, ao tentar acessar o site da Receita...


Isto é por causa da quantidade de consultas do lote de restituição do IR.
Como o dinheiro sai somente na segunda, tente consultar novamente mais tarde.
Pode ser que você tenha uma boa surpresa !

1 de out de 2009

Html 5

E Então, temos HTML 5 :


No vídeo do Google Code, um dos engenheiros do Google falando sobre web aplications, nuvens e HTML 5, se você não entende nada, e fica somente no seu Visual Studio programando, está na hora de parar de usar Infragistic e partir para algo menos ... Lento ???

Colocando documentos inseridos no blog.

Neste post vamos demonstrar como inserir documentos do Google Docs nos posts.

1 - Acesse o endereço docs.google.com e criar seu documento.

2 - Após salvar, compartilhe publicamente seu documento, como na imagem abaixo:

3 - Copie o endereço do link completo e coloque no seu site com o script, alterando o valor http://Link_Para_O_Documento para o valor do compartilhamento:



4 - E temos o seguinte documento:


5 - Aqui uma apresentação:

Python again ?

Import This

21 de set de 2009

import this


Esta semana finalmente consegui me inscrever no Google App Engine. Após usar um celular de uma amiga, veio a bendita mensagem SMS. Que coisa.
Mas esta semana estou no aguardo de uma promoção (difícil), a definição do que vai sair na versão 3.1.2 do sistema datacenter e o que vai ficar para uma release "Far, far away."
Ou seja, estou entre entregar os relatórios da faculdade e pensar na minha pós. Nada mais.
Mas bem, no Google App Engine somente agora o pessoal lançou a versão para Java. Eu estou entre a cruz e a espada. Nunca achei nada de mais em Java, e acreditava que assembler e C eram o canal. Mas após ler algumas coisas no site do Guido van Rossum e um "import this", descobri uma linguagem muito mais simplista, poderosa e muito completa.
Principalmente na capacidade de rodar dentro de outras VM, com o Jython para máquinas Java, do IronPhyton para máquinas .NET e outras mais bizarras, posso fazer todas as classes se comunicaram. Posso desenvolver sistemas em qualquer arquitetura. Isso facilita. Achei uma referência para flush/load de classes dinamicamente, o que possibilita a edição dos fontes a quente(????).

Agora vou voltar a produção no Google novamente (uma pena que tiraram o mashup do ar).
Quero usar um frontend em java, com orquestration, com vários pequenos webservices no backstage, todos em python. Ainda tenho que definir:

1 - Definir o programa (que coisa complicada! Será que vai ser outro programa pra locadora???)
2 - Desenhar: Será publicado provavelmente no google code.
3 - Desenvolver
4 - Testar
5 - Apresentar



9 de mai de 2009

É tudo na net mesmo

A tempo qua não uso mais nada em computador nenhum. Não me faz diferença usar meu celular(Symbian), meu note (ubuntu 9.04), meu computador em casa (Windows 7) ou minha estação de trabalho na empresa (Windows 2008).Tudo que tenho está na net. Desde de trabalho, a lazer. Tudo está na nuvem. Ainda uso principalmente os serviços do Google quase que para tudo. Mas cautela. Mantenho uma cópia em outros servidores, o que me causa um pouco de transtorno. Mesmo assim, tenho os projetos mais importantes em sincronia com meu Pendrive (8gb) que está MUITO apertado já. Usando o Cobian no Windows e um script simples no Linux, mantenho tudo em sincronia.

Gostaria mesmo que tudo isso automático. Mas nada encontrado na net ainda.
vi que o Google tem suas API publicadas livremente, e talvez um dia crie um aplicativo (site) que ajude a colocar ordem na bagunça, principalmente com relação a redundância. Gmail, Yahoo, WLM, maquinas, pendrive etc, poderia colocar tudo junto em uma caixa só. Acessar qualquer um dos serviços de e-mail e ter TODOS os e-mails, documentos, fotos, etc. Ou acessar qualquer serviço de documentos e ter todos os e-mails, fotos, etc e ter a possibilidade de montar (java/web) estes serviços no próprio dispositivo... que sonho...

Bom, atualmente não consigo nem escrever neste blog. Mas vamos lá.

Por enquanto posto alguns serviços a mais para colocar na minha lista de "Must Have"
São eles :



Serviço de criação de e-larning. Não usei o serviço, mas todos os "comments" na net foram muito bons. Se não chover amanhã, executo uns testes.


Servico que monta os WebServices da internet no seu computador. Você pode acessar o Google Docs, o Picassa Web ou o Live Drive como um pasta na sua máquina. Legal.


Rápido, a mão, simples criador de diagramas de classe. (Must_Have)^2 !


Este acho que vai ser um outro brinquedo para um final de semana qualquer. Pegar aquele P MMX 200 que tenho jogado em algum lugar em casa e conectar uns 3 TB de disco nele seria legal.

Bom, era isso. Talvez nos próximos dias um pouco de ITIL, UML, RUP, ISO/IEC 25000:2005 e outras coisas mais chocantes.

16 de fev de 2009

eschuch: The Linux Fundation pede avaliação a v4 da LSB

eschuch: The Linux Fundation pede avaliação a v4 da LSB

The Linux Fundation pede avaliação a v4 da LSB


A Fundação Linux está testando os novos padrões do sistema Linux.
Com isso, estão tentando estabelecer um mínimo de compatibilidade entre as centenas de distros existentes.
Veja mais em AQUI.

Telefone celular movido a energia solar

BARCELONA - o grupo coreano SUL Samsung da eletrônica apresentou seu telefone móvel primeiramente solar-psto em segunda-feira em um evento da indústria em Barcelona, prometendo um lançamento comercial no fim deste ano.

A lustroso-vista, “terra azul tocar-controlada,” a peça central da movimentação de Samsung a ser mais a favor do meio ambiente, tem os painéis solares em sua parte traseira que as reivindicações da companhia podem carregar a bateria em 10-14 horas.

Isto ofereceria aproximadamente quatro horas do tempo da conversa, um representante da companhia disse no congresso móvel do mundo do evento da indústria onde o telefone está na exposição pela primeira vez.

O dispositivo, esperado ser lanç em Europa ao segundo meio de 2009, pode igualmente ser carregado normalmente através de um plugue, com os painéis solares usados para encher a bateria para estender seu poder.

O fabricante coreano sul companheiro LG Electronics igualmente põr um telefone solar-psto protótipo sobre a exposição aqui mas a companhia não tem nenhum data ou nome do lançamento para o dispositivo.

Os observadores da indústria dizem que o mercado para um telefone solar-psto incluiriam ao ar livre datilografam países dentro desenvolvidos tais como pescadores ou os campistas que dirigem na região selvagem sem acesso à eletricidade.

Seus materiais recicl e podómetro interno, que mostra como distante o usuário andou, puderam igualmente apelar aos ventiladores de dispositivos do eco-sheek.

Se o preço era baixo bastante - Samsung não revelou detalhes ainda - tal telefone poderia igualmente ajudar a lig acima dos milhões de mundial pobre o quem viva ou sem ou com muito limitado alcance à eletricidade. -- AFP